Renove os pensamentos

Bom dia flores do dia!

Estou aqui! Prazer, sou Ayanna, mais conhecida como Aya ou Ana, me chamem como preferir – eu prefiro Aya para interessados.

Começando hoje, vim lhes trazer parte de minhas aventuras fictícias, onde invento meu próprio mundo paralelo com diversos temas loucamente aleatórios! Para os que me conhecem, podemos dizer que são meus sonhos, rsrsrs.

Interessad@s? Então lhes contarei algo importante antes de começar. Meus textos tem um fato em comum, eles são do tipo que começam de um jeito aleatório e terminam de um jeito aleatório. Alguns podem ficar meio perdidos por conta disso, mas não se estressem! Eu, Aya, direi-lhes um segredo crucial para ler meus contos, que é….. se divertir! Sim, se estiver se divertindo é fácil de entender! De qualquer forma uma boa leitura depende do leitor, então espero que se divirtam lendo meus textos.

Como hoje será nossa primeira vez, serei cordial e trarei um pequeno texto. Espero que apreciem a leitura, e bem…. BORA COMEÇAR!!

Reviravoltas?

  Acabei de chegar na casa da praia para fazer uma pausa e relaxar um pouco. Nesta viajem estava o tempo todo com cara amarrada por algum motivo aleatório – o que era estranho, já que não acontecia com frequência -, qualquer coisa me incomodava. Para mim, não era um dia normal, eu estava cuidando da minha família o tempo todo, estava cem por cento em alerta mesmo não havendo motivos aparentes para tal. Minha família estava relativamente calma como sempre, mas sentia que tinha algo ou alguém tentando nos prejudicar.

  Não passou-se nem uma hora e acabei envolvida com um tipo de gangue que se desenvolveu a partir de movimentos obscuros, do tipo que desce os níveis abaixo do desagradável. Eles perceberam que eu, de alguma forma, era útil. Aparentemente, naquela cidade possuíam apenas três membros autossuficientes, dois homens e uma mulher. Sem dúvida que quem estava no controle era a mulher. Eles se achavam sensatos, por isso, primeiro me perguntaram se queria fazer parte de seu grupinho e, como qualquer cidadã comum, respondi com um ‘não’ bem grande. Sem nem pensar duas vezes, logo em seguida pegaram minha família como moeda de troca para me fazer ser um deles, claro, sem a ciência dos ameaçados.

  Vivi entre eles por dois anos. Durante este tempo eu era mandada assassinar, logo de cara tinham me dado uma arma, era branca com os detalhes em roxo, fina e longa, parecida com franco-atirador do tipo que atira lêiser* e recarrega com baterias especiais. Porém, antes de acatar as ordens sem mais nem menos, percebi que eu não só tinha os recursos para salvar aqueles que estavam na minha lista, como também o desleixo do pessoal que foram mandados me observar foi o combo perfeito para falsificar provas do conluio, portanto não tirei uma única vida. Mas para tudo tem um limite. Estava ficando cada vez mais cansativo, nunca ‘falhei’ em uma missão, então sempre colocavam mais delas no meu dia a dia aumentando a dificuldade, isso sem contar com o fato de que não queria que a família que eu amava soubesse.

  Sabia que uma hora teria que acabar com toda aquela situação, mas precisava do momento certo, do contrário acabaria com todo o esforço que coloquei nesses dois anos. E, enfim, chegou a hora. Nesse dia tinha uma brecha maior e mais fácil de passar do que os que se foram. Agarrei-a. Nenhum dos dois capangas à vista, conhecia todo o interior do quartel e estava sempre armada com minha companheira. Meu objetivo era destruir suas forças e se possível eliminar aqueles que estavam ali. Baseado nas informações que adquiri, existia um local nesse quartel onde abrigava uma máquina que fabrica armas lêiser e as pilhas especiais delas, e eu já suspeitava onde estaria. Passando por várias portas seguindo e virando por vários corredores, encontrei um dos guardas que viviam me seguindo. Felizmente ele estava de costas quando passei, mas para que não houvesse preocupações a mais, nocauteei o homem, o qual caiu de costa no chão. 

  Me esforcei para carregá-lo até um pequeno depósito raramente utilizado que ficava a poucos passos de onde eu estava, mas acabei tendo dificuldades, mesmo sendo baixo, ele ainda era pesado por ser acima do peso da sua idade. A cada passo que dava tinha que olhar a minha volta para checar se não teria alguém vindo buscar essa pessoa. Já quase exaurida pelo esforço de puxar o homem, finalmente consegui colocá-lo para dentro e, por um descuido, ele acorda. Tentei apagá-lo novamente, mas já era tarde. Ele havia gritado. Fechei a porta as pressas, mas um pé interrompeu o processo, senti uma pontada no meu corpo. Sabia o que era. Medo. Algo que não sentia a um tempo, normalmente tudo ia conforme o plano, algo que não aconteceu dessa vez. De todo modo, tornei-me a me acalmar pois sabia que não seria um grande empecilho, já que esse era o segundo desleixado que ‘cuidava’ de mim e eu sabia do que ele era ou não capaz, o que simplificava muito as coisas.

*Laser é o original, lêiser está em português .

 

E é isso queridos leitores. 

Espero que tenham gostado. Se quiserem dar um feedback por e-mail, meu contato é este aqui: ayanna@anabalesca.com

Que nos reencontremos em breve!!

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